"Começa-se o silêncio a desenhar nos interstícios da carne, a que se prendem imgens que no fogo lento da memória se apuraram de dia para dia e que o passado nos serve como uma iguaria."
Luís Miguel Nava, "No Fogo da Memória", in Poesia Completa, org. Gastão Cruz,
Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2002, p. 202
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