"Lutar com as palavras, progredir pelo interior desta guerra até chegar à palavra única da perda, esmagá-la contra mim, obrigar-me a dizer o seu corpo dizimado. O caos. Os cacos."
"Tudo isto é o sinal de uma perda. Que fazer com todos estes sinais senão remetê-los como fantasmas para o corpo que abandonaram, que me abandonou?"
Rui Nunes, O choro é um lugar incerto,Relógio d'Água:Lisboa, 2005, pp. 51, 85
Sem comentários:
Enviar um comentário