"São feitas de palavras as palavras e da melancolia da ausência da prosa e da ausência da poesia. É o que falta que fala do lugar do exílio do sentido e da falta de sentido. Tudo o que te disser tudo o que escrever sou eu a perder-te, cada palavra entre o que em mim é corpo e é nela sopro."
Manuel António Pina, "Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança", Lisboa: Assírio & Alvim, 1999, p. 50
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