"Dei-me inteiro. Os outros fazem o mundo (ou crêem que fazem). Eu sento-me na cancela, sem nada de meu e tenho um sorriso triste e uma gota de ternura branda no olhar. Dei-me inteiro. Sobram-me coração, vísceras e um corpo. Com isso vou vivendo." Rui Knopfli, Memória Consentida: 20 anos de poesia 1959-1979. INCM: 1982
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