"O que dói É não poder apagar a tua ausência e repetir dia após dia os mesmos gestos O que dói é o teu nome que ficou como mendigo Descoberto em cada esquina dos meus versos O que dói é tudo e mais aquilo que desteço Ao tecer para ti novos regressos"
Daniel Faria, "Ítaca", in Poesia, Lisboa: Assírio & Alvim,
2012, p. 379
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