"Habito a casa Que me desabita Passa ao longe a casa aonde mora O meu olhar E a esperança E doem-me as janelas abertas Das casas sem moradores E os peitoris doutros corpos" Daniel Faria, "A Casa dos Ceifeiros", in
Poesia, Lisboa: Assírio & Alvim, 2012, p. 405
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