"Sara senta-se nos degraus das casas destruídas Sara é o nome do deserto É o nome da videira estéril É o nome à espera de ter filhos Sara está velha de estar Sozinha. Está sentada e desfaz A bainha dos seu vestidos" Daniel Faria, "Sara", in Poesia, Lisboa: Assírio & Alvim, 2012, p. 149
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