"Quero o incerto e perco-me. O medo arrasta-me para trás do sol Na sombra do tempo que flui na minha memória. Apartada pela dor e embalada pelo canto Perco os meus sentidos lentamente Num adormecer fácil. As imagens tornam-se ténues e distantes O desejo de amar é o que fica entre dois sóis: O que foi e o que há de vir." Teresa Klut, "Quero o incerto e perco-me" in Novíssimos. Lisboa: Editora Ausência, 2004, p. 160
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