"É absurdo, diz a razão. É o que é, diz o amor. É uma desgraça, diz o calculismo. É sofrimento e nada mais, diz o medo. É em vão, diz o juízo. É o que é, diz o amor. É ridículo, diz a angústia. É uma aventura, diz a prudência. É impossível, diz a esperança. É o que é, diz o amor."
Pedro Mexia, É o que é in Uma vez que tudo se perdeu, Lisboa: Tinta da China, 2015, p.50
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